O que as famílias contam
Relatos reais de quem passou pela casa — com o que funcionou bem e com o que poderia ter sido diferente.
Márcia Silvério
Filha de moradora · Curitiba
★★★★★
"Minha mãe estava acordando às cinco da manhã sem saber o que fazer com o tempo. Desde que começou a Companhia Matinal, ela acorda com uma razão para se arrumar. O telefone dela mudou — tem mais assunto, ela fala sobre o Marcos que faz o café e sobre a caminhada de terça. Pequeno, mas foi o que mudou o tom das ligações."
julho de 2025
Roberto Oliveira
Filho de morador · São Paulo
★★★★★
"Moro em São Paulo e não consigo visitar meu pai com frequência. A carta mensal que a Tereza manda me diz coisas que ele nunca contaria por telefone — que gostou da música de quarta, que reclamou do arroz de segunda mas elogiou o feijão. É uma carta de verdade, não um formulário. Isso me deu uma paz que eu não esperava ter estando longe."
junho de 2025
Ana Paula Ferreira
Neta de moradora · Curitiba
★★★★★
"A Estada de Ambientação foi a melhor decisão que tomamos. Minha avó achava que não ia gostar — ela é muito apegada às próprias coisas. Mas quando chegou e viu os quadros dela já na parede e a manta em cima da cama, relaxou. No final da quinzena, ela mesma pediu para ficar. Não foi preciso convencer ninguém."
julho de 2025
Luís Carvalho
Morador · Curitiba
★★★★★
"Vim para a quinzena achando que ia odiar. Fui engenheiro quarenta anos, não sou pessoa de ficar parado. Mas descobri que gosto da caminhada de terça e que o Marcos faz um feijão que me lembra a minha mãe. Fico na Moradia há oito meses. Gostaria que o quarto fosse um pouco maior — esse é o único defeito."
junho de 2025
Beatriz Tavares
Irmã de moradora · Pinhais – PR
★★★★★
"O que mais me impressionou foi o contrato. Duas colunas — o que está incluído e o que vai cobrar à parte — escrito para qualquer pessoa ler. Sem asterisco, sem letra pequena. No primeiro lugar que fomos visitar, o contrato tinha seis páginas e duas cláusulas que precisávamos de advogado para entender. Aqui foi diferente desde o início."
julho de 2025
Jorge Nascimento
Filho de morador · Londrina – PR
★★★★★
"Meu pai ficou internado por três semanas em março. O quarto ficou com os objetos dele, o valor continuou o mesmo e a Tereza ligou duas vezes para saber como ele estava. Quando voltou, a cama estava feita e tinha uma fruta na mesinha. São gestos pequenos, mas nenhum outro lugar que visitamos teria feito isso."
junho de 2025
Três histórias em detalhe
Situações reais — o que a família procurava, o que encontrou e como o processo correu.
Caso 1 · Companhia Matinal
A manhã que estava vazia
Situação inicial
D. Helena, 78 anos, viúva há dois anos, morava sozinha no Água Verde. Gerenciava as tardes bem — recebia a filha, ia ao mercado, bordava. Mas as manhãs, desde que ficou sozinha, tornaram-se muito longas. A filha ligava às 8h todos os dias porque D. Helena estava acordada desde as 5h sem saber o que fazer.
O que aconteceu
A família entrou em contato em maio. D. Helena veio numa manhã de teste e voltou para casa com o jornal debaixo do braço porque quis terminar de ler o caderno de esportes. Assinou o contrato na semana seguinte. Escolheu segunda, quarta e sexta.
Três meses depois
A filha conta que as ligações das 8h pararam. D. Helena liga às 9h30 para contar o que saiu no jornal. Ainda mora sozinha e não quer mudar — o acordo serve exatamente para o que ela precisava.
Caso 2 · Estada de Ambientação
A quinzena que virou um ano
Situação inicial
Sr. Antônio, 83 anos, ex-funcionário público, resistia à ideia de morar em qualquer lugar que não fosse sua própria casa. O filho propôs a quinzena como "uma viagem" — sem mencionar a possibilidade de ficar.
Como correu
Na segunda semana, o Sr. Antônio perguntou à Tereza se havia vaga permanente. Ela confirmou que sim e explicou o contrato. Ele pediu dois dias para pensar e disse que sim. O filho ficou surpreso — nunca esperava esse resultado.
Um ano depois
O Sr. Antônio é o morador mais antigo da casa. Gosta de organizar os jornais por seção antes da hora da leitura e o cozinheiro já aprendeu que ele não come coentro.
Caso 3 · Moradia com Pensão Completa
A família que mora longe
Situação inicial
D. Celeste, 80 anos. Filhos em São Paulo e nos Estados Unidos. Morava em apartamento no Batel mas as refeições ficavam cada vez mais improvisadas e a família não conseguia acompanhar de perto.
O que mudou
O apartamento fica a 400 metros da Bem-Te-Vi. D. Celeste quis manter o apartamento alugado "por segurança" — a família concordou. Depois de quatro meses, ela disse que não precisava mais do apartamento.
O que a filha de São Paulo diz
"A carta mensal que recebi em junho descrevia que minha mãe ganhou o jogo de cartas de quarta-feira. Ela nunca me contaria isso por telefone. A carta me devolveu a sensação de acompanhar o dia a dia dela mesmo de longe."
Onde nos encontrar
Telefone
+55 41 3342-6178Endereço
Rua Coronel Dulcídio 632
Batel, Curitiba – PR · 80420-170
Atendimento
Seg–Sex: 8h – 18h · Sáb: 8h – 12h
Em números
8+
anos de operação no Batel
3
arranjos diferentes para cada situação
8
moradores com lugar à mesa
12
cartas mensais enviadas às famílias por ano
Quer conhecer antes de decidir?
Ligue ou escreva. Se preferir, venha tomar um café numa manhã sem marcar — costumamos ter mesa disponível.